Archive for the ‘Uncategorized’ category

Quem Somos

22/04/2010

Somos um Grupo de Desenvolvimento Pessoal através do Pensamento e da discussão de idéias que busquem o entendimento e a elucidação do todo de uma realidade onde estamos inseridos.

Hoje estamos inseridos neste meio da automacidade da informação e da comunicação. Este mesmo meio que está padronizando as Culturas e as Pessoas, num nivelamento para baixo emburrecendo os futuros / possíveis grandes Pensadores desta Era.

A proposta maior de Os Iluministas, é parar para refletir estes acontecimentos e entender as lições que a vida está nos proporcionando, utilizando as mais diversas ferramentas de linguagem e comunicação da cultura mundial. Baseando-se num Tema previamente decidido que o grupo deverá se informar para debatê-lo. Com isso o conhecimento é estimulado e a atualização de um saber aprimorado pelas vertentes apresentadas pelos integrantes no dia da reunião.  Com isso, renegando a automacidade emburrecedora desta nossa Era. Como Humanos, somos seres pensantes… devemos então pensar.

A alusão ao Iluminismo é verdadeira, com o propósito de colocar o Saber acima de tudo como objetivo principal da ideologia dos seus integrantes.  Século das Luzes ou Iluminismo, termo usado para descrever as tendências do pensamento e da literatura na Europa e em toda a América durante o século XVIII, antecedendo a Revolução Francesa (Igualdade, Liberdade e Fraternidade). Levando e incitando as pessoas a adquirirem sabedoria e assim evoluir a humanidade.

O Iluminismo expressou a ascensão da burguesia e de sua ideologia. Foi a culminância de um processo que começou no Renascimento, quando se usou a razão para descobrir o mundo, e que ganhou aspecto essencialmente crítico no século XVIII, quando os homens passaram a usar a razão para entenderem a si mesmos no contexto da sociedade. Tal espírito generalizou-se nos clubes, cafés e salões literários.

A Filosofia considerava a razão indispensável ao estudo de fenômenos naturais e sociais. Até a crença devia ser racionalizada: Os iluministas eram deístas, isto é, acreditavam que Deus está presente na natureza, portanto no próprio homem, que pode descobri-lo através da razão.

O Iluminismo representa a saída dos seres humanos de uma tutelagem que estes mesmos se impuseram a si. Tutelados são aqueles que se encontram incapazes de fazer uso da própria razão independentemente da direção de outrem. É-se culpado da própria tutelagem quando esta resulta não de uma deficiência do entendimento mas da falta de resolução e coragem para se fazer uso do entendimento independentemente da direção de outrem. Sapere aude! Tem coragem para fazer uso da tua própria razão! – esse é o lema do Iluminismo“. (Immanuel Kant)

“O progresso não é senão a realização das utopias.” (Oscar Wilde)

Missão: “A resposta é a seguinte: primeiro, não perca tempo tentando mudar pessoas negativas. Não é sua obrigação. O seu dever é usar o que aprendeu para melhorar a si mesmo e a sua vida. Seja o exemplo. seja bem-sucedido, seja feliz e, quem sabe, as pessoas vejam a luz (em você) e queiram um pouco dela para si próprias. Repito, a energia é contagiosa. A escuridão se dissipa na luz. As pessoas têm que se esforçar para se manter “escuras” quando ha luz a sua volta. A sua tarefa é apenas ser o melhor que puder. Se lhe perguntarem o seu segredo, conte.” (T. Harv Eker)

Valores:

Símbolo: O Trevo de Quatro Folhas. Sendo o primeiro tema a ser trabalhado ‘A Boa Sorte’ simbolizou um marco e baseando-se nisso o grupo que está construindo a sua ‘boa sorte’ , vê neste Trevo a forma mais pura de simbolizar o nosso objetivo.

Anúncios

Parábola da Cigarra e da Formiga

24/03/2010

por Jean de La Fontaine.

Tendo a cigarra cantado durante o verão,
Apavorou-se com o frio da próxima estação.
Sem mosca ou verme para se alimentar,
Com fome, foi ver a formiga, sua vizinha,
pedindo-lhe alguns grãos para agüentar
Até vir uma época mais quentinha!
– “Eu lhe pagarei”, disse ela,
– “Antes do verão, palavra de animal,
Os juros e também o capital.”
A formiga não gosta de emprestar,
É esse um de seus defeitos.
“O que você fazia no calor de outrora?”
Perguntou-lhe ela com certa esperteza.
– “Noite e dia, eu cantava no meu posto,
Sem querer dar-lhe desgosto.”
– “Você cantava? Que beleza!
Pois, então, dance agora!”