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Uma Verdade Inconveniente – Reunião 10/06/2011

22/07/2011

Uma Verdade Inconveniente marcou a reunião XV dos Iluministas. Com um tom alarmante, o documentário apresentado fomentou a discussão das responsabilidades das nações frente ao problema do aquecimento global. Feito por Al Gore, o documentário expõe com uma criticidade sagaz dados até então desconsiderados pelos principais líderes globais, como presidentes e CEO de companhias multinacionais.

Segundo Al Gore, o padrão de desenvolvimento empreendido nas últimas duas décadas não será capaz de se sustentar com o atual nível de comprometimento dos recursos naturais. Seria esse o maior problema a ser enfrentado pelo futuro da humanidade? Não! Al Gore expõe que, durante anos de estudos, cientistas de diversos centros de pesquisa divulgaram dados dispersos que, juntos, desenham um cenário de catástrofes naturais. Os motivos? Nunca antes na história da humanidade convivemos com os altíssimos níveis de interferências no clima em decorrência de nossas próprias ações.

Ainda que o documentário trate de assuntos amplos e dedicados a expor a predição desse cenário catastrófico, a discussão caminhou com atenção às ações práticas que o grupo poderia tomar. A seguinte frase, de Alexandra Souza, sintetiza o mote de consenso dos Iluministas: “deve haver uma força política para fazer uma mudança e uma conscientização individual.”.

Segundo nossa iluminista, aqui no Brasil as prefeituras coletam o lixo e se limitam a jogá-lo no lixão. De acordo com a Alexandra, a prefeitura não pode apenas se eximir de suas responsabilidades ecológicas e simplesmente jogar o lixo no lixo, pois pode haver consequências indesejadas a toda sociedade.

Alexandra em sua fala chama atenção para o fato de que “Tem a questão das prefeituras incentivarem a coleta seletiva. Ainda assim, a maioria das pessoas não procuram soluções por si próprias, não parte apenas delas. Há de haver um plano maior também, que as indiquem como proceder neste caso.” Seria apenas uma responsabilidade da Prefeitura? Não somos, também, diretamente responsáveis por nosso lixo? E o que dizer de nossas empresas?

Atento à discussão empresarial e as novíssimas legislações ambientais, Alison MacMoraes colocou em debate que em breve entrará em ação uma nova legislação que, por sua vez, obrigará as empresas a cuidarem dos resíduos sólidos de seus produtos. Para isso, elas terão que executar uma logística-reversa, ou seja, cuidar para que os resíduos de seus produtos consumidos sejam devidamente tratados para que não causem danos ambientais.

Enquanto isso, Alison informou que o Centro das Indústrias (CIESP) tem realizado alguns seminários para conscientizar os empresários e indicar as melhores metodologias para suas empresas. A fala de Thais complementa essa questão e reitera que há uma grande interação com as indústrias e elas atuam nessa questão com vistas ao desenvolvimento sustentável.

Falar em um macrocosmo político pode parecer um tanto quanto distante da nossa realidade. Thais, perspicaz em suas contribuições, deu uma nova iluminada ao tema e ressaltou que, ainda que pareça distante de nossa realidade, podemos desenvolver muitas ações com exemplos simples e práticos. Podemos desenvolver tanto ações de estudo como ações de intervenção e resultados imediatos para sociedade.

Para tanto, segundo a Thais, é necessário que haja uma conscientização mais contundente por parte de cada individuo. Segundo nossa iluminista, não se trata apenas de fatores políticos, há também o fator cultural. É preciso ter uma visão holística ecológica mais equilibrada entre o homem e o meio ambiente. Culturalmente, os países orientais seguem essa visão equilibrada e de sinergia sobre o meio-ambiente.

Para Alison, vivemos num marasmo, temos ciência das atitudes e não as tomamos como algo a ser executado por nós.  Temos tantas outras iniciativas e ainda assim, ficamos no primeiro passo… o da coleta seletiva. Seriam então os fatores culturais grandes responsáveis pela nossa forma de lidar com o meio-ambiente? Se levarmos em consideração a ação de cada individuo, a somatória de todas elas fornecerá um resultado significativo.

É disso que se trata quanto falamos em um trabalho de formiguinhas. Segundo a Alexandra;

“é muito mais fácil fingir que não está vendo algo acontecer. Se cada um fizesse alguma coisa, geraria uma diferença significativa. O que temos hoje está tomando proporções maiores, como as enchentes e outros fenômenos naturais.”

Acreditamos em nossa evolução, mas a questão é: haverá tempo para isso? Em uma única frase, nosso iluminista David faz voltar toda a angústia do cenário catastrófico revelado por Al Gore. Haverá verdadeiramente tempo para reverter esse cenário? Independente de haver tempo hábil ou não, devemos sim fazer algo. Al Gore está fazendo! Ele vem trabalhando nessas questões desde a juventude e afirma que se candidatou para ‘chamar’ atenção do mundo para as questões que o preocupavam. Ele ganhou e, embora não tenha levado oficialmente a candidatura, não atuou com “desrespeito”. Os objetivos dele são voltados para os próprios ideais a favor de um futuro equilibrado para a humanidade e não para sua campanha política.

Essa mudança serve de exemplo, também para deixarmos nossos interesses imediatos e começarmos a refletir em princípios maiores e fundamentais, como até mesmo nossa sobrevivência enquanto espécie humana. E como uma faísca de esperança, David reflete que começaremos a mudar no susto e com as novas gerações isso ocorrerá de uma forma mais espontânea. As futuras gerações terão tecnologia para essa mudança hercúlea? Ainda assim, cabe sua questão inicial: haverá tempo?

Essa reunião foi realizada no dia 10/06/11 ás 18h30 no CIESP Marília. A Reunião trazendo o verde pra dentro da casa da Indústria.

Estiveram presentes: Alexandra Vaccari, Alison MacMoraes, David Marcelino, Juliano Ferreira, Sylvio Henrique e Thaís Amaral.

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Mas o debate não precisa terminar!!! COMENTE, e inclua seu ponto de vista ao nosso. Conhecimentos sempre podem ser aprimorados!!

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JUNHO – Mês do Iluminista Ambiental – Produção de Arte

30/06/2011


O Mês do Iluminista Ambiental, o Departamento de Arte do Grupo optou por fazer uma Produção de Arte unica contemplando as duas Reuniões do Mês.

Asssim fomos buscar um estilo que ultrapassa os limites das Galerias, e ganha o meio ambiente como tela de suas grandes Obras: A Land Art.

A Land Art, também conhecida como Earth Art ou Earthwork é o tipo de arte em que o terreno natural, em vez de prover o ambiente para uma obra de arte, é ele próprio trabalhado de modo a integrar-se à obra.

A Land Art surgiu em finais da década de 1960, em parte como consequência de uma insatisfação crescente em face da deliberada monotonia cultural pelas formas simples do minimalismo, em parte como expressão de um desencanto relativo à sofisticada tecnologia da cultura industrial, bem como ao aumento do interesse às questões ligadas à ecologia. O conceito estabeleceu-se numa exposição organizada na Dwan Gallery, Nova York, em 1968, e na exposição Earth Art, promovida pela Universidade de Cornell, em 1969.

É um tipo de arte que, por suas características, não é possível expor em museus ou galerias (a não ser por meio de fotografias). Devido às muitas dificuldades de colocar-se em prática os esquemas de land art, suas obras muitas vezes não vão além do estágio de projeto. Assim, a afinidade com a arte conceitual é mais do que apenas aparente.

Dentre as obras de land art que foram efetivamente realizadas, a mais conhecida talvez seja a Plataforma Espiral (Spiral Jetty), de Robert Smithson (1970), construída no Grande Lago Salgado, em Utah, nos Estados Unidos da América.

Entedemos também que a chamada Arte da Terra, é trazer para arte a grande questão da ecologia, onde podemos ver a natureza tomando parte como arte real e conceitual. Vemos que ao longo da história da arte, ela vai representar o que há de mais sublime a ser retrado, vimos os deuses e o divino, passamos ao homem, e no século passado o planeta Terra se torna o centro das atenções e se torna protagonista de um estilo de arte simplesmente monumental.

O cabeçalho do site foi estilizado dentro da produção de arte assim como os símbolos.

Os Símbolos dos temas precisam ser explicados nesta produção unica dos dois temas. O Primeiro tema é Uma Verdade Inconveniente, que já está disponível seu resumo para leitura, um documentário do Ex-canditado a Presidente dos Estados Unidos, Al Gore. O símbolo deste tema é tirado da propria capa do documentário, onde duas chaminés formam um furacão, e pra completar contornamos com uma sombra de poluição.

No Tema Degradação do Verde no Globo, tema que abrange a invasão da agro-industria da soja nas terras do cerrado Brasileiro, o símbolo se inspira na Land Art, perguntando “Onde?” com uma simples interrogação formada por uma plantação de soja.

Para finalizar a produção de arte encontrou Thematic Oppositions, uma fotografia tirada em março 2005 em Anduze, Languedoc-Roussillon, França, por Tiseb. A Land Art aplicada em um bambuzal, que choca o tom de verde amarrado com fitas vermelhas dando um charme em nosso background.

Uma Verdade Inconveniente – Resumo

25/06/2011
 
Para iniciarmos bem o Mês do Iluminista Ambiental, o Sylvio propôs para reunião em que será Lider assistirmos o famoso documentário Uma verdade inconveniente.
 
Sylvio
 
Trailler do Documentário

 

An Inconvenient Truth (Uma Verdade Inconveniente em português) é um documentário de 2006 sobre mudanças climáticas, mais especificamente sobre o aquecimento global, dirigido por Davis Guggenheim e estrelado pelo ex-vice-presidente dos EUA Al Gore.

Uma Verdade Inconveniente é um documentário que busca alertar as pessoas para o que está a acontecer no nosso planeta.

O assunto principal deste documentário é o Aquecimento Global, e assim sendo este recorre a assuntos como o Protocolo de Kyoto, referente às emissões de CO2 para a atmosfera terrestre (ao qual os EUA não aderiram), de como podemos minimizar essas perdas desnecessárias de CO2, entre outros tópicos.

Após muitas palestras, por diversos países em todos os continentes do Mundo, Al Gore decidiu fazer este documentário, para assim poder sensibilizar mais pessoas para a sua causa. Este afirma que o Planeta deve ser estimado… e que cabe a quem o habita tomar conta daquilo que é seu e das suas gerações futuras.

Uma verdade inconveniente (An inconveniente truth, 2006) é o registo cinematográfico sobre essa faceta de Gore desconhecida do grande público.

Fonte: Wikipédia