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A Boa Sorte – Síntese da 1ª reunião em 19/03/2010

01/04/2010

O desafio de Merlin

[pg.15]

Há muitos e muitos anos, em um reino muito distante, um mago chamado Merlin reuniu nos jardins do castelo real todos os cavaleiros do lugar e lhes disse:

– Já faz tempo que muitos de vocês me pedem um desafio. Alguns sugeriram a organização de um torneio entre todos os cavaleiros do reino. Outros mencionaram um concurso de destreza com a lança e a espada. Vou, no entanto, propor-lhes algo diferente.

A expectativa era enorme. Merlin continuou:

–  Soube que, dentro de sete luas, vai nascer em nosso reino o Trevo Mágico. Houve então uma comoção, murmúrios e exclamações entre os cavaleiros. Alguns já sabiam do que se tratava; outros, não. Merlin impôs ordem na assembléia.

–  Calma, calma! Deixem-me explicar o que é o Trevo Mágico. É um trevo de quatro folhas único, que dá a quem o possui um poder igualmente único: a sorte sem limites. Sem limite de tempo nem espaço. Proporciona sorte no combate, sorte no comércio, sorte no amor, sorte no riqueza… sorte ilimitada!

Os cavaleiros começaram a falar entre si com grande excitação. Todos queriam encontrar o Trevo Mágico de Quatro Folhas. Alguns chegaram a ficar de pé e começaram a emitir gritos de vitória e  azer invocações aos deuses.

Merlin, novamente, conseguiu aplacar o tumulto e retomar a palavra:

–  Silêncio! Ainda não lhes disse tudo. O Trevo Mágico de Quatro Folhas nascerá no Bosque Encantado, para além das 12 colinas, atrás do Vale do Esquecimento. Não sei onde isso acontecerá exatamente, mas sei que nascerá em algum lugar no bosque. Aquela excitação inicial veio abaixo. Primeiro fez-se um silêncio e, em seguida, os suspiros de desânimo soaram por todo o jardim. Afinal, o Bosque Encantado era tão extenso quanto toda a parte habitada do reino.

Eram milhares de hectares de mata densa e cerrada. Como encontrar um minúsculo trevo de quatro folhas naquele espaço imenso? Teria sido cem mil vezes mais fácil procurar uma agulha num palheiro! Pelo menos, isso seria um desafio possível.

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Thais: No primeiro capitulo do livro, percebemos uma premissa constante em nossa sociedade: “Todo mundo espera cair do céu, as pessoas esperam que as mudanças venham sem necessidade de buscar”. Está exemplificado na cena em que Merlim diz aonde está o objetivo desejado e os cavaleiros decepcionam-se, pois terão de fazer algo considerado difícil para consegui-lo…

Alison: O Marasmo e a Preguiça levam o indivíduo a criar barreiras, tornando qualquer objetivo inalcançável.

Ale: Sempre que a gente cresce e se desenvolve podemos durante o processo se sentir culpados e até mesmo envergonhados porque muitas pessoas próximas (família e amigos) podem não ter escolhido este caminho e com o tempo veremos que estamos sozinhos neste caminho e que as pessoas que nós amamos vão continuar aonde estavam. Essa situação pode nos causar culpa, e essas pessoas também podem nós cobrar e pedir (consciente ou inconsciente) que você volte a ser quem era. É uma questão de escolha, ao escolher o caminho do desenvolvimento continuo vamos ter que lidar com esses sentimentos, ser fortes e saber que muitas vezes a caminhada é solitária.

Thais: As pessoas não são persistentes e desestimulam as outras. Muitas vezes elas pensam “Deixa eu ser comum para ninguém olhar para mim”.

Ale: Quando você cresce vira “foco”, isto é, incomoda as pessoas, principalmente aquelas que não estão crescendo. Quer dizer, crescer dá trabalho e você acaba tendo que administrar não apenas suas conquistas mas também as pessoas que te procuram com diversos propósitos.

Alison: Temos que plantar para colher, muitas pessoas vêem as minhas conquistas de hoje mas não lembram que eu fui “plantando” ao longo do meu caminho para poder colher. Parábola da Cigarra e da Formiga.

Thais: É como a entrevista de uma famosa funkeira, na qual ela falava que quando ela ficou famosa e começou a ganhar dinheiro ela percebeu que muita gente não queria o dinheiro dela e sim SER ela, como não conseguiam tentavam derrubá-la.

Ale: Diz uma frase que a única certeza que temos da vida é que ela MUDA! O complicado é que as pessoas buscam exatamente o contrário, buscam permanecer como estão, porque mudar da muito trabalho, dói, machuca e incomoda. Como as pessoas não querem pagar o preço do crescimento elas preferem ficar como estão. Só que a mudança vem, é natural, e essas pessoas lutam contra a mudança. O resultado disso é sofrimento e falta de preparo quando as oportunidades surgem.

Alison: Por que então elas se incomodam com quem resolve pagar o preço e seguir se desenvolvendo?

Ale: Temos que saber que muitas pessoas ao longo do nosso caminho vão tentar nos desestimular, é uma maneira de tentar fazer com que sejamos iguais a elas. Temos que estar atentos.

Alison: É como na PARÁBOLA DO QUARTO ESCURO. As pessoas tentando viver a vida dos outros.

Thais: Todos temos medo das mudanças, mas elas são inevitáveis, e como não podemos com elas, devemos nos adaptar, cada um de seu jeito (pois somos seres individuais). As pessoas são imediatistas, o que causa ansiedade, cansaço mental, gerando a desistência da tentativa de buscar seus objetivos.

As pessoas dizem não ter oportunidades, agem como vitimas da vida. Exemplo: O Enem é uma oportunidade para todos que querem fazer faculdade, só precisa estudar e se dedicar, mas muita gente não aproveita e depois fala que nunca teve chance de fazer faculdade.

Alison: As pessoas se limitam. Elas mesmas criam seus próprios obstáculos e acreditam neles. Sua visão começa a ficar limita d a para tudo, só enxergam o que querem enxergar. Mais uma vez as famo sas vítimas do mundo.

Ale: Temos que desempenhar os papéis que a vida nos o ferece . Durante a vida vão surgindo oportunidades que não esperávamo s, temos que estar preparados para viver novos papéis. MUDAR


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O Gnomo, o Príncipe da Terra

[pg.22]

– Não sei do que você está falando! Não conheço esse Sid e não tenho idéia de quem disse semelhante besteira. Neste bosque nunca houve um só trevo, nem sequer de três folhas: os trevos não nascem aqui simplesmente porque não podem!!! deixe-me em paz. Vivo neste bosque há mais de 150 anos e jamais me haviam feito uma pergunta tão estúpida. Adeus!
Nott deu a empreitada por impossível.
“Não é a primeira vez que encontro alguém que não está à minha altura”, pensou. Montou de novo em seu cavalo, deu meia-volta e achou melhor esperar até o dia seguinte. Depois de tudo, talvez o Gnomo tivesse razão.
Além disso, Merlin poderia ter cometido um erro em relação ao lugar ou à data.
À medida que se afastava do Gnomo, montado em seu corcel negro, Nott sentiu o que costumam sentir aqueles a quem se diz que sua sorte não é possível: teve um pouco de medo. O mais fácil, porém, foi substituir o medo pela incredulidade.
“Simplesmente não pode ser”.
[…]
– É você o Gnomo do Bosque Encantado, a quem chamam de Príncipe da Terra? – perguntou Sid enquanto saltava do cavalo.
– Sim, sou eu! Ai caramba, outro iluminado! E você,o que deseja?
– Soube que dentro de cinco noites nascerá no bosque o Trevo Mágico de Quatro Folhas e pensei que… – Sid não pode acabar a frase. O Gnomo ficou vermelho como um pimentão e encheu os pulmões e as bochechas de ar como se fosse estourar.
– Que história é essa desse maldito Trevo Mágico hoje? Já disse ao outro cavaleiro: simplesmente não podem nascer trevos aqui. Quem afirmou o contrário está errado, está fazendo uma brincadeira de mau gosto ou bebeu além da conta. O melhor que vocês podem fazer é voltara seus castelos ou sair em socorro de alguma dama em perigo. Aqui estão perdendo seu tempo.
Sid percebeu que algo estranho estava acontecendo. Segundo Merlin, um Trevo Mágico nasceria no bosque e, de acordo com o Gnomo, era impossível que nas atuais circunstâncias nascesse ali um trevo. Os dois provavelmente diriam a verdade, mas talvez a verdade de cada um fosse diferente da outra. Portanto, continuar procurando o Trevo Mágico talvez fosse uma perda de tempo. Se, como o Gnomo dissera, fosse impossível brotar um trevo naquele lugar nas atuais, então se tratava de saber o que estava faltando para que um trevo pudesse nascer ali. Assim, Sid lhe perguntou enquanto procurava acalmá-lo:
– Espere, espere! Você disse que nunca nasceram trevos em todo o Bosque Encantado?!!?
– Nunca, jamais! – resmungou o Gnomo enquanto entrava em sua toca.
– Não vá embora ainda, por favor. Explique-me por quê. Quero saber por que nunca nasceram trevos neste bosque.
O Gnomo deu meia-volta e respondeu:
– Por causa da terra. É evidente que é por causa dela. Ninguém nunca tratou de renovar esta terra. Os trevos precisam de terra fresca e arejada e a terra deste bosque é dura, compacta. Se ela nunca foi renovada e arejada, como é que pode então nascer um único trevo por aqui?
– Portanto, Gnomo, Príncipe da Terra, se eu quisesse ter uma só chance, ainda que uma só mesmo, de que crescesse um único trevo no bosque… eu deveria renovar a terra, trocá-la? – perguntou Sid.
– Obviamente. Ou você não sabe que só se consegue coisas novas quando se faz coisas novas? Se a terra não for trocada, a situação continuará a mesma: não nascerá nenhum trevo.
– E você sabe onde posso encontrar terra fértil?

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Thais: As pessoas costumam assumir os papéis que a vida lhes apresenta como se fossem o próprio papel (Ex. Um policial ESTÁ policial, porque passou num concurso e etc… ele não É policial, esta não é a essência dele, é apenas seu trabalho, a função que ele escolheu exercer por um período de sua vida, ele é o João, pessoa comum, com seus atributos e defeitos). Tomamos um papel que assumimos, como se fosse o nosso EU total, o que gera angustia e nos aprisiona, pois no caso deste policial, se um dia perdesse este emprego, toda a sua vida estava resumida nisso, vem o vazio e a falta de perspectiva, isso não quer dizer para não assumirmos as responsabilidades a que nos comprometemos, e sim saber discernir entre SER e ESTAR… Faz uma grande diferença!

Na historia isto vem na fala do personagem … que pensa ser um cavaleiro e não vai plantar ou fazer as coisas “estúpidas que o outro está fazendo”, pois ele É um Cavaleiro, não sabe assumir outros papéis.Além de saber assumir papéis, temos que saber a hora de deixá-los. Muitas vezes nos apegamos a certos papéis (um namorado, um emprego, etc.), mas a vida muda e chega a hora de deixar passar esse papel para assumir novos.

A maior liberdade, é o desapego!

Ale: O cavaleiro negro sempre aceita o que lhe falam, nunca questiona. Isso é uma lição para todos nós.

Alison: O cavaleiro negro não tem humildade para aceitar novos papéis, aqueles papéis que não são de um cavaleiro. Falta flexibilidade e humildade para alcançar o objetivo maior. Temos que nós abrir para assumir os papéis que a vida nós dá, isso é uma coisa que eu já aprendi há muito tempo, e só ganhei com este perfil de aproveitar as oportunidades que a vida me dá por mais estranhas que sejam. Estes papéis que Sid assume e Precisamos aprender que na vida muitas vezes vamos ter que “morrer” para “nascer” de novo. Renovar!

Aqueles como nós, que buscam o crescimento podem se sentir deslocados entre aquelas pessoas que não crescem. Mas temos que pensar também, que nem todo mundo vai se sentir bem fora da “caverna”. MITO DA CAVERNA.

Ale: Não concordo que as pessoas que escolhem não fazer nada para mudar suas vidas são felizes assim. O que eu penso é que muitas vezes elas não tem força, não suportam se olhar porque dói muito. Quando escolhemos viver apenas um papel em nossa vida e anulamos os outros, vai chegar um momento em que vamos sofrer.

Alison: Não é bem um ‘querer’, realmente a questão do tempo das pessoas saírem do casulo. Como na PARÁBOLA DA BORBOLETA (por isso elas não tem força), as outras pessoas estão forçando elas a saírem do casulo antes do tempo, ou abrindo o mundo para elas e impedindo que o desenvolvimento ocorra naturalmente, fazendo com que elas não desenvolvam asas, e conseqüentemen te não voem. Todo mund o tem seu tempo, só nos resta indicar os caminhos, mas não podemos por a mão. É o Livre arbítrio.

Ale: Realmente.


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A Dama do Lago

[pg.29]

Ele chegou ao lago alguns minutos depois de Nott ter saído dali. Aproximou-se bem devagar. Procurava não fazer barulho, mas, sem querer, pisou em uma casca de noz, que estalou. Imediatamente, a Dama do Lago emergiu, imponente. Ela repetiu a mesma queixa que havia feito a Nott:

– O que você e seu cavalo branco estão fazendo perto do meu lago? O que querem? Estão acordando meus nenúfares. É a hora do sono deles. Meus nenúfares dormem de dia e cantam à noite. Se forem acordados, esta noite não cantarão. Seu canto evapora a água do lago durante a noite. Se eles não cantarem, a água não vai evaporar. Se a água não evaporar, o lago transbordará e, se o lago transbordar, muitas flores, plantas e árvores morrerão afogadas. Fique em silêncio e desapareça! Não acorde meus nenúfares!

Sid ficou atônito. Não só pela magnificência do espetáculo que acabava de ver, mas pelo grave problema que a Dama do Lago lhe revelara. Ele precisva de água para regar a área escolhida. Contudo, sem dúvida acordaria os nenúfares se dedicasse todo o dia a apanhar água do lago. As coisas estavam ficando complicadas. Não havia água em nenhum outro lugar do Bosque Encantado. O que fazer? Como ele era uma pessoa sensível, a mistura de beleza, tristeza e ansiedade na voz da Dama do Lago o levou a se interessar pelo seu problema e a tentar ajudá-la.

– Diga-me, por que não sai água deste lago? De todos os lagos nascem regatos ou rios.

– Eu… eu… – pela primeira vez, a voz da Dama do Lago era uma voz sem contrastes, uma voz triste, uma voz de dor. – Porque no meu lago não há continuidade. Não há novos rios que saiam de mim. Eu só recebo água, mas nenhum riacho brota de meu seio. Por isso tenho que viver sempre esperando que os nenúfares durmam para que possam cantar à noite. Durante o dia fico acordada para velar o sono deles e à noite seus cantos não me deixam desfrutar o sono. Vivo escrava da minha água. Por favor, vá embora e não desperte meus nenúfares.

Sid então percebeu que o lago tinha em abundância justamente o que lhe fazia falta: água.

– Eu posso ajudá-la – ele propôs. – Diga-me, porém, uma coisa: de quanta água um trevo precisa?

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Thais: Mudamos em nossas crises, nos períodos de crise é que acontecem as mais profundas transformações em nossas vidas. Muitas vezes estamos em um meio que não combina com a gente e cabe a nós desenvolver compreensão e a aceitação.

Na história, o cavaleiro branco segue sua consciência, mas nem por isso desdenha da opinião alheia, ele respeita o próximo, isso não significando que ele vá fazer as coisas diferentes de seus valores…

Cada um tem a sua verdade e uma verdade não anula a outra. Cabe a nós encontrar a nossa verdade. A Dama do Lago estava desequilibrada, mas o cavaleiro branco teve discernimento para ajudá-la. Enquanto ela falava muito e estava confusa o cavaleiro parou, pensou, analisou e resolveu o problema dele e o dela, sem ter que impor as suas verdades à ela.

Ale: Sid para, pensa e analisa a situação. A maioria das pessoas tomam decisões sem pensar o que gera mais problemas.

Alison: Ele busca ajudar as pessoas. Quando as ajuda ele acaba se ajudando também. Exemplo: Alcides. Nosso professor conta que ele há tempo ele aguardava algum incentivo para um objetivo seu. Um certo dia, passando em frente da prefeitura de sua cidade lembro que há poucos dias um amigo lhe deixou um currículo de sua filha que estava precisando de emprego. Ele num gesto altruísta, parou seu carro, foi até seu amigo Secretário do Município. A conversa se iniciou com o objetivo de ajudar a moça. Mas a conversa se prolongou e o Alcides contando dos seus projetos, o Secretário lhe informou a possibilidade de lhe oferecer um terreno para seguimento de seu projeto. (acredito que era montar uma empresa). Ele num gesto altruísta acabou recebendo um benefício fundamental pra um grande objetivo seu que ele não visava receber naquela simples conversa para ajudar outra pessoa.

Ale: Na caminhada do crescimento muitas vezes sinto medo de ficar distante da família e alguns amigos, porque como o tempo vou percebendo que não tenho mais assunto em comum com algumas pessoas.

Reflexão: Há uma pedra no caminho, é pesado para carregar, mas quando conseguimos, além de limpar nosso caminho, ficamos mais fortes.

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[ Não postaremos trechos do final do Livro obviamente]

Ale: Not ficou satisfeito em pensar que provavelmente o Sid também não iria conseguir o trevo. Muitas pessoas que não conseguem crescer usam como exemplo aquelas igual a elas, elas sempre tem varias histórias pra contar.

Enquanto Sid respeita as pessoas, ele se dedicou e disse que mesmo que o trevo não nascesse onde ele cuidou da terra, tudo que ele fez já tinha valido a pena. Temos que ser gratos por tudo.

Alison: Tipo eu sempre comparo comigo e com a Alexandra. “Quando saio para andar de bicicleta ou em qualquer lugar que vou sempre aproveito o caminho, vou devagar, observando a natureza, as pessoas. A Alexandra é ao contrario, ela quer chegar logo ao destino”. Esse exemplo, mostra que temos que aproveitar cada momento da vida, do caminho que leva ao nosso objetivo. Assim como o Sid, tudo bem se não chegasse no objetivo, o caminho tinha sido gratificante o suficiente.

Ale: Realmente. Eu sou assim. Eu sempre quis ter muita coisa (casa bonita, carro, roupas, etc.), mas hoje sei que ter tudo sem ter equilíbrio e sem saber quem somos não vale a pena.

Alison: É muito robótico esta questão do ter tudo, somos automatizados a querer ter a sociedade pesa e você tem que sair daquele circulo vicioso. A forma que eu encontrei para sair do meu circulo vicioso foi meu diário. Um dia eu li meu diário e acordei: Eu só lamento a vida, e não faço nada pra mudar! Se está ruim, é por que eu tenho que mudar. E eu mudei, minhas atitudes.

Ale: Temos que nos olhar!

Ale: No final do conto Not aceita a má influencia da Morgana.

Alison: Era mais cômodo. Sendo que o correto é em cada situação que chega a nós, temos que ter um filtro e analisar se é do honesto e do bem. E isso não é visto na sociedade, estão sempre cobrando o governo, o governo e o governo… mas e a sociedade… a sociedade é honesta? É ética? O novo quadro do CQC – Cidadão em Ação, pela primeira vez está cobrando e testando a sociedade. Eu aplaudi de pé a iniciativa do programa.

Enquanto com Sid, Morgana tem que ser mais ardilosa e hábil. Com Not ela simplesmente lhe contou uma mentira, para Sid ela teve que gerar uma dúvida, pois a mesma mentira não colaria com Sid. Not pega e vai tirar satisfação com Merlin, fazendo muito barulho, o que nos remete a PÁRABOLA DA CARROÇA VAZIA. Impressionante como as pessoas vazias fazem barulho.

Ale: O trevo só nasceu onde foi cultivada a terra.

Alison: Sim, a vida deixa as coisas no meio do caminho, você tem apenas o trabalho de ir buscar.

Thais: Como diz aquele texto que todo mundo coloca no Orkut: “Plante seu jardim que as borboletas virão”.  Mario Quintana

Ale: Definitivamente Você é a causa da sua Boa Sorte!

Os Iluministas em A Boa Sorte

Thaís Amaral, Alison e Alexandra

Este nosso primeiro encontro foi realizado no dia 19/03/2010 no Café do Feirante no Supermercado Confiança Esmeralda. Na verdade a unica que realmente encarou o café  de verdade foi a Thaís, a Alexandra e o Alison ficaram só no suco filosófico mesmo… hahaha. Os três classificaram este encontro como muito gratificante e realmente trouxe novas experiências e grandes aprendizados aos participantes.

Estiveram presentes: Alexandra Vaccari, Alison MacMoraes e Thaís Amaral.

ste A Dama do Lago

[pg.29]

Ele chegou ao lago alguns minutos depois de Nott ter saído dali. Aproximou-se bem devagar. Procurava não fazer barulho, mas, sem querer, pisou em uma casca de noz, que estalou. Imediatamente, a Dama do Lago emergiu, imponente. Ela repetiu a mesma queixa que havia feito a Nott:

– O que você e seu cavalo branco estão fazendo perto do meu lago? O que querem? Estão acordando meus nenúfares. É a hora do sono deles. Meus nenúfares dormem de dia e cantam à noite. Se forem acordados, esta noite não cantarão. Seu canto evapora a água do lago durante a noite. Se eles não cantarem, a água não vai evaporar. Se a água não evaporar, o lago transbordará e, se o lago transbordar, muitas flores, plantas e árvores morrerão afogadas. Fique em silêncio e desapareça! Não acorde meus nenúfares!

Sid ficou atônito. Não só pela magnificência do espetáculo que acabava de ver, mas pelo grave problema que a Dama do Lago lhe revelara. Ele precisva de água para regar a área escolhida. Contudo, sem dúvida acordaria os nenúfares se dedicasse todo o dia a apanhar água do lago. As coisas estavam ficando complicadas. Não havia água em nenhum outro lugar do Bosque Encantado. O que fazer? Como ele era uma pessoa sensível, a mistura de beleza, tristeza e ansiedade na voz da Dama do Lago o levou a se interessar pelo seu problema e a tentar ajudá-la.

– Diga-me, por que não sai água deste lago? De todos os lagos nascem regatos ou rios.

– Eu… eu… – pela primeira vez, a voz da Dama do Lago era uma voz sem contrastes, uma voz triste, uma voz de dor. – Porque no meu lago não há continuidade. Não há novos rios que saiam de mim. Eu só recebo água, mas nenhum riacho brota de meu seio. Por isso tenho que viver sempre esperando que os nenúfares durmam para que possam cantar à noite. Durante o dia fico acordada para velar o sono deles e à noite seus cantos não me deixam desfrutar o sono. Vivo escrava da minha água. Por favor, vá embora e não desperte meus nenúfares.

Sid então percebeu que o lago tinha em abundância justamente o que lhe fazia falta: água.

– Eu posso ajudá-la – ele propôs. – Diga-me, porém, uma coisa: de quanta água um trevo precisa?

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A Boa Sorte – Resumo

01/04/2010

(Alex Rovira Selma e Fernando Trias de Bes)

Qual é a diferença entre A SORTE e A BOA SORTE? Algumas pessoas acreditam que SORTE é receber uma herança, acertar na loteria, achar um tesouro, etc. Esse livro demonstra que A BOA SORTE deve ser criada. Ela depende unicamente de nós mesmos. Ela é verdadeira e por tempo ilimitado. Os autores pontuam algumas regras. A primeira delas é que a sorte não dura muito tempo, pois não depende de você, ela é criada por você e por isso por isso dura para sempre. A segunda regra mostra que muitos são os que querem ter a Boa Sorte, mas poucos os que se decidem a buscá-la. A terceira regrinha ressalta que se você não tem a Boa Sorte agora, talvez seja porque está sob as mesmas circunstâncias rotineira e para que ela chegue, é conveniente criar novas circunstâncias. Na quarta regras os autores recomendam que preparar as condições favoráveis para a Boa Sorte não significa buscar somente o benefício para si mesmo. Pelo contrário aqui é necessária a assertividade. Criar as condições nas quais outros também ganham atrai a Boa Sorte e você também ganha. A quinta regra diz que se você deixar para amanhã o trabalho que precisa ser feito, a Boa Sorte talvez nunca chegue. Criar as condições favoráveis requer dar um primeiro passo. Ser proativo e fazer isso hoje mesmo. Sexta regra, mesmo que as condições favoráveis estejam aparentemente presentes, as vezes a Boa Sorte não chega. Procure nos pequenos detalhes o que for aparentemente desnecessário, mas imprescindível. A sétima regra diz que para quem se dedica a criar as condições favoráveis, o acaso não é motivo de preocupação. Oitava regra. Ninguém pode vender a sorte. A Boa Sorte não se compra. Desconfie dos vendedores da sorte. A nona regra mostra que após criar todas as condições favoráveis, tenha paciência, não desista. Para alcançar a Boa Sorte, tenha confiança. DÉCIMA – È preciso preparar as condições para as oportunidades. As oportunidades, porem, não dependem de sorte ou de acaso: elas estão sempre presentes. Em síntese criar a Boa Sorte consiste unicamente em criar as condições favoráveis.