Archive for the ‘06 Junho Ambiental’ category

Degradação do Verde no Globo – Reunião 23/06/2011

19/08/2011


Parecer da Líder

          Minha intenção a princípio era mostrar a influência dos estrangeiros no Brasil atual.

         No texto da WWF Brasil mostra claramente que os estrangeiros souberam da situação crítica do cerrado brasileiro e propuseram parar de comprar soja (principal produto produzido nesta determinada área) caso eles não tomassem nenhuma atitude pró-ativa a proteção ao cerrado.

         Por mais que seja desagradável estamos sofrendo essa influência, até certo ponto benéfica, na parte da preocupação ambiental de um assunto que pertence a nós, brasileiros. Sendo desagradável ver que precisamos que outras pessoas de fora do nosso país e que não são brasileiros, se preocupem mais com a flora do que nós mesmos.

         No período em que eu estive na Europa percebi que eles (principalmente irlandeses e italianos) valorizam muito que produzem no país. E a Irlanda faz questão de preservar o produto natural e o pouco de fauna e flora que possuem.

        

Esforço da Carla para encontrar o verde numa das capitais mais poluidas do mundo

É sabido que nem todos os europeus e nem todas as cidades européias agem da mesma forma apesar de todos serem educados para agir de maneira consciente em equilíbrio com a natureza, mas um fato que vejo é que no Brasil de maneira geral é que muitos ainda se preocupam mais em ganhar dinheiro do que tentar conciliar o ganhar dinheiro e preservar o meio em que estão inseridos.

         Entretanto gostaria de expressar minha alegria de ver como meus amigos explanaram tão bem sobre o mesmo assunto e de maneira diferente da qual eu havia imaginado e planejado conduzir.

         A respeito do que foi comentado e discutido no dia da realização da reunião, eu concordo e acrescento que a super produção de qualquer tipo de plantação ou mesmo criação é prejudicial para o meio, afinal nós não vivemos sozinhos no planeta. Portanto devemos respeitar sempre a diversidade e aprender a viver como um todo, pois será benéfico para todos que vivem neste sistema solar.

Carla Daniele de Oliveira Rodrigues

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Resumo da reunião

Com as análises dos textos foi possível identificar que devido ao grande consumo de soja houve um aumento da invasão nas áreas do cerrado brasileiro. Que gera um desmatamento excessivo ao plantar mais e mais soja onde originalmente foi parte do cerrado. Há a interdependência dos animais, plantas, sociedade ribeirinha e as próprias tribos da região que também sofrem e se prejudicam com o grande avanço da plantação de soja.

A qualidade de vida teve um aumento surpreendente, as guerras de grande extensão diminuíram significativamente e as pestes quase não têm aparecido devido o grande avanço da medicina permitindo que mais pessoas chegassem a idade avançada e poucas morrendo cedo. Tudo isso leva um boom demográfico em escala planetária, e pior, crescente!

Segundo o que foi discutido, a humanidade nunca parará de viver, portanto teremos que procurar viver em harmonia e equilíbrio com o meio ambiente. Visando sempre a diminuição da exploração excessiva das matas, dos animais, efeito estufa, desperdício de água.Esforço do David para trazer o verde para dentro do Apartamento

O Homem vem criando maneiras para comodidade total dele mesmo. O volume de carros e motos crescentes pode ser usado como exemplo. Estes carros e motos são comprados devidos aos vários incentivos por parte do governo e das próprias concessionárias disponibilizando facilidades com o pagamento, prazos e etc. O mais intrigante é que as próprias concessionárias e o governo incentivam a preservação do meio ambiente, mas são os grandes responsáveis ou apoiam os agentes poluidores.

O maior acesso da população aos produtos e ao consumo de maneira geral nos faz contribuir para danificar o meio em que estamos inseridos. Menos movimento mais sedentarismo.

O consumo de cerveja no Brasil hoje gera uma fonte de renda para os catadores de latinhas, já que o grande volume de cerveja hoje consumido no Brasil é nesta embalagem. Na Europa, principalmente na Irlanda, o consumo de cerveja chega a ser superior ao do Brasil (não por volume, mas por quantidade de pessoas bebendo no espaço disponibilizado) e eles utilizam a cultura de beber em copos, reaproveitando-os. Não vi culturas de reciclagem, no sentido de pessoas coletando copos de vidro, mas sabia que existia um lugar onde dava emprego para pessoas mais necessitadas e que havia essa parte de reciclagem e separação do lixo que pode ser reaproveitado ou não.

A China antigamente era um grande exemplo de atitude ambientalmente consciente, pois havia uma grande parte da população usando bicicletas entre outras atividades, otimizando os recursos naturais, porém hoje com a grande industrialização do país este quadro esta se alterando perdendo o seu princípio saudável.

Daí chegamos ao nosso tema, vemos que a soja até algum tempo atrás era muito pouco consumida e com o passar do tempo, com várias propagandas e matérias falando os seus benefícios acabou originalizando um crescimento hoje desenfreado acarretando nesta invasão das poucas áreas que ainda temos do cerrado. O que vemos é que hoje por ter esse grande volume produzido o que antes era um benefício se torna em malefício.

Da parte do Governo vemos no novo código florestal viu-se que ninguém sai beneficiado, uma vez que os agricultores querem mais terra para fazer o plantio e os ambientalistas gostariam que mais terras fossem protegidas e resguardadas.

Soubemos também que a madeira terá um registro desde o momento em que foi plantada até o momento em que será comercializada, assim como já acontece com os bovinos, para melhor controle.

Uma possível solução relacionada foi à possibilidade de alavancar a agricultura sustentável na África, uma vez que a quantidade de terras e pessoas lá é muito expressiva. Permitindo aquela sociedade mecanismos para construir um desenvolvimento sustentável e controle da miséria.

No entanto, vemos que as pessoas que pensam somente em ter dinheiro, em ter poder, são egoístas, desumanas e incapazes de promover a evolução sócio-ambiental. E que há um descaso generalizado com a educação ambiental e que tudo isso deve-se começar pelo cidadão aliado com as atitudes regulatória do governo.

Atitudes ambientalmente corretas: pedir para não colocar em sacolas plásticas, reciclar ou colaborar para reciclar o lixo, aproveitar resíduos recicláveis como plástico, garrafa, papel, resíduo orgânico para adubação ou mesmo hábitos saudáveis como: somente comer carne vermelha duas vezes por semana são soluções eficientes que colaboram para manter o meio em condições de ser habitado.

Conseguir conscientizar o ser humano a reciclagem, preservação, melhora o meio em que vivemos, porém não é uma tarefa fácil.

Hoje vemos que a super proteção dos pais com os jovens, acarreta no empobrecimento do ser humano, fazendo a mente futura ficar pobre e despreparada. Uma solução para este problema seria incrementar novas técnicas para aprendizado dos jovens para o amanhã. Evitando o consumismo que hoje é uma máquina de destruição do meio ambiente.

Sempre tivemos a falta de educação ambiental, falta de investimento nos professores para que possam conscientizar os alunos, porém, a chave está em começarmos por nós! E assim educar os nossos filhos para que eles já entrem com uma mente ambientalmente correta e consigam ser bons governantes.

Vemos que todas as nossas ações são interligadas, interdependentes: ecologia, educação, política, saúde entre outros. Contudo sabendo das técnicas de hoje para aprimorar e preservar o meio em que vivemos sem agredi-los nos faz ser otimistas e acreditar, ter a fé.

A chave de toda a discussão é manter o equilíbrio do meio, de qualquer meio para não prejudicar nem nós nem os outros seres viventes. Nada em demasiado é benéfico a ninguém.

Nosso esforço pra na reunião sobre o consumismo dizer que amamos a Natureza!

Essa reunião foi realizada no dia 23/06/11 ás 17h no apartamento do David. Debatemos a degradação conjunturalmente.

Estiveram presentes: Alexandra Vaccari, Alison MacMoraes e David Marcelino.

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Mas o debate não precisa terminar!!! COMENTE, e inclua seu ponto de vista ao nosso. Conhecimentos sempre podem ser aprimorados!!

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Degradação do Verde no Globo – Resumo

16/08/2011

Relatório da Rede WWF apoiado pelo WWF-Brasil (atalho para downloadao lado) destaca a crescente demanda mundial por soja e seu impacto sobre ambientes sensíveis em todo o mundo, como o Cerrado.

 Nos últimos 15 anos, a produção desse grão duplicou, em grande parte devido ao aumento do consumo global de carne, bem como seu uso em alimentos, biocombustíveis e outros produtos. 

E para atender a esse aumento da demanda, cada vez mais terras se destinam às plantações de soja. Só no Brasil, as plantações já têm área equivalente à do Reino Unido (Irlanda do Norte e Grã-Bretanha), ou 245 mil quilômetros quadrados. Tal expansão é feita, quase sempre, às custas da destruição de habitats naturais, como acontece no Cerrado, abrigo de 5% de toda a biodiversidade do planeta. A degradação do Cerrado ocorre em escala semelhante à da Amazônia, porém em ritmo mais acelerado. 

Além disso, as emissões de dióxido de carbono oriundas da conversão do Cerrado (o governo brasileiro estima que elas equivalem à metade das emissões do Reino Unido em 2009) provavelmente já superam as emissões provocadas pelo desmatamento da Amazônia.

“No entanto, a RTRS não é uma “bala de prata”. Há outras formas de reduzir o impacto da agricultura da soja em áreas como o Cerrado, como diminuir o consumo de carne, reduzir o desperdício e apoiar a adoção de uma legislação eficaz para proteger habitats valiosos”, ressaltou Vitalli. 

Este ano já é possível adquirir soja com o selo RTRS e, portanto, o WWF do Reino Unido pede a adesão das empresas naquele país ao sistema. Com isso, ajudarão a criar uma demanda por soja certificada e a ampliar a iniciativa. No Reino Unido, já fazem parte da RTRS as empresas M&S, Waitrose, Asda e Unilever, além de produtores de insumos agrícolas, de ração animal e de biocombustíveis. 

Para a secretária-geral do WWF-Brasil, Denise Hamú, estudos como esse demonstram que em uma economia globalizada há uma interdependência entre produção, consumo e impactos socioambientais. “Estimular a produção e o consumo responsáveis é um dever de todos, produtores, governos e consumidores. Hoje há um interpendência acentuada entre mercados, e é fundamental a valorização de produtos ambientalmente corretos”, afirmou.

Uma Verdade Inconveniente – Reunião 10/06/2011

22/07/2011

Uma Verdade Inconveniente marcou a reunião XV dos Iluministas. Com um tom alarmante, o documentário apresentado fomentou a discussão das responsabilidades das nações frente ao problema do aquecimento global. Feito por Al Gore, o documentário expõe com uma criticidade sagaz dados até então desconsiderados pelos principais líderes globais, como presidentes e CEO de companhias multinacionais.

Segundo Al Gore, o padrão de desenvolvimento empreendido nas últimas duas décadas não será capaz de se sustentar com o atual nível de comprometimento dos recursos naturais. Seria esse o maior problema a ser enfrentado pelo futuro da humanidade? Não! Al Gore expõe que, durante anos de estudos, cientistas de diversos centros de pesquisa divulgaram dados dispersos que, juntos, desenham um cenário de catástrofes naturais. Os motivos? Nunca antes na história da humanidade convivemos com os altíssimos níveis de interferências no clima em decorrência de nossas próprias ações.

Ainda que o documentário trate de assuntos amplos e dedicados a expor a predição desse cenário catastrófico, a discussão caminhou com atenção às ações práticas que o grupo poderia tomar. A seguinte frase, de Alexandra Souza, sintetiza o mote de consenso dos Iluministas: “deve haver uma força política para fazer uma mudança e uma conscientização individual.”.

Segundo nossa iluminista, aqui no Brasil as prefeituras coletam o lixo e se limitam a jogá-lo no lixão. De acordo com a Alexandra, a prefeitura não pode apenas se eximir de suas responsabilidades ecológicas e simplesmente jogar o lixo no lixo, pois pode haver consequências indesejadas a toda sociedade.

Alexandra em sua fala chama atenção para o fato de que “Tem a questão das prefeituras incentivarem a coleta seletiva. Ainda assim, a maioria das pessoas não procuram soluções por si próprias, não parte apenas delas. Há de haver um plano maior também, que as indiquem como proceder neste caso.” Seria apenas uma responsabilidade da Prefeitura? Não somos, também, diretamente responsáveis por nosso lixo? E o que dizer de nossas empresas?

Atento à discussão empresarial e as novíssimas legislações ambientais, Alison MacMoraes colocou em debate que em breve entrará em ação uma nova legislação que, por sua vez, obrigará as empresas a cuidarem dos resíduos sólidos de seus produtos. Para isso, elas terão que executar uma logística-reversa, ou seja, cuidar para que os resíduos de seus produtos consumidos sejam devidamente tratados para que não causem danos ambientais.

Enquanto isso, Alison informou que o Centro das Indústrias (CIESP) tem realizado alguns seminários para conscientizar os empresários e indicar as melhores metodologias para suas empresas. A fala de Thais complementa essa questão e reitera que há uma grande interação com as indústrias e elas atuam nessa questão com vistas ao desenvolvimento sustentável.

Falar em um macrocosmo político pode parecer um tanto quanto distante da nossa realidade. Thais, perspicaz em suas contribuições, deu uma nova iluminada ao tema e ressaltou que, ainda que pareça distante de nossa realidade, podemos desenvolver muitas ações com exemplos simples e práticos. Podemos desenvolver tanto ações de estudo como ações de intervenção e resultados imediatos para sociedade.

Para tanto, segundo a Thais, é necessário que haja uma conscientização mais contundente por parte de cada individuo. Segundo nossa iluminista, não se trata apenas de fatores políticos, há também o fator cultural. É preciso ter uma visão holística ecológica mais equilibrada entre o homem e o meio ambiente. Culturalmente, os países orientais seguem essa visão equilibrada e de sinergia sobre o meio-ambiente.

Para Alison, vivemos num marasmo, temos ciência das atitudes e não as tomamos como algo a ser executado por nós.  Temos tantas outras iniciativas e ainda assim, ficamos no primeiro passo… o da coleta seletiva. Seriam então os fatores culturais grandes responsáveis pela nossa forma de lidar com o meio-ambiente? Se levarmos em consideração a ação de cada individuo, a somatória de todas elas fornecerá um resultado significativo.

É disso que se trata quanto falamos em um trabalho de formiguinhas. Segundo a Alexandra;

“é muito mais fácil fingir que não está vendo algo acontecer. Se cada um fizesse alguma coisa, geraria uma diferença significativa. O que temos hoje está tomando proporções maiores, como as enchentes e outros fenômenos naturais.”

Acreditamos em nossa evolução, mas a questão é: haverá tempo para isso? Em uma única frase, nosso iluminista David faz voltar toda a angústia do cenário catastrófico revelado por Al Gore. Haverá verdadeiramente tempo para reverter esse cenário? Independente de haver tempo hábil ou não, devemos sim fazer algo. Al Gore está fazendo! Ele vem trabalhando nessas questões desde a juventude e afirma que se candidatou para ‘chamar’ atenção do mundo para as questões que o preocupavam. Ele ganhou e, embora não tenha levado oficialmente a candidatura, não atuou com “desrespeito”. Os objetivos dele são voltados para os próprios ideais a favor de um futuro equilibrado para a humanidade e não para sua campanha política.

Essa mudança serve de exemplo, também para deixarmos nossos interesses imediatos e começarmos a refletir em princípios maiores e fundamentais, como até mesmo nossa sobrevivência enquanto espécie humana. E como uma faísca de esperança, David reflete que começaremos a mudar no susto e com as novas gerações isso ocorrerá de uma forma mais espontânea. As futuras gerações terão tecnologia para essa mudança hercúlea? Ainda assim, cabe sua questão inicial: haverá tempo?

Essa reunião foi realizada no dia 10/06/11 ás 18h30 no CIESP Marília. A Reunião trazendo o verde pra dentro da casa da Indústria.

Estiveram presentes: Alexandra Vaccari, Alison MacMoraes, David Marcelino, Juliano Ferreira, Sylvio Henrique e Thaís Amaral.

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JUNHO – Mês do Iluminista Ambiental – Produção de Arte

30/06/2011


O Mês do Iluminista Ambiental, o Departamento de Arte do Grupo optou por fazer uma Produção de Arte unica contemplando as duas Reuniões do Mês.

Asssim fomos buscar um estilo que ultrapassa os limites das Galerias, e ganha o meio ambiente como tela de suas grandes Obras: A Land Art.

A Land Art, também conhecida como Earth Art ou Earthwork é o tipo de arte em que o terreno natural, em vez de prover o ambiente para uma obra de arte, é ele próprio trabalhado de modo a integrar-se à obra.

A Land Art surgiu em finais da década de 1960, em parte como consequência de uma insatisfação crescente em face da deliberada monotonia cultural pelas formas simples do minimalismo, em parte como expressão de um desencanto relativo à sofisticada tecnologia da cultura industrial, bem como ao aumento do interesse às questões ligadas à ecologia. O conceito estabeleceu-se numa exposição organizada na Dwan Gallery, Nova York, em 1968, e na exposição Earth Art, promovida pela Universidade de Cornell, em 1969.

É um tipo de arte que, por suas características, não é possível expor em museus ou galerias (a não ser por meio de fotografias). Devido às muitas dificuldades de colocar-se em prática os esquemas de land art, suas obras muitas vezes não vão além do estágio de projeto. Assim, a afinidade com a arte conceitual é mais do que apenas aparente.

Dentre as obras de land art que foram efetivamente realizadas, a mais conhecida talvez seja a Plataforma Espiral (Spiral Jetty), de Robert Smithson (1970), construída no Grande Lago Salgado, em Utah, nos Estados Unidos da América.

Entedemos também que a chamada Arte da Terra, é trazer para arte a grande questão da ecologia, onde podemos ver a natureza tomando parte como arte real e conceitual. Vemos que ao longo da história da arte, ela vai representar o que há de mais sublime a ser retrado, vimos os deuses e o divino, passamos ao homem, e no século passado o planeta Terra se torna o centro das atenções e se torna protagonista de um estilo de arte simplesmente monumental.

O cabeçalho do site foi estilizado dentro da produção de arte assim como os símbolos.

Os Símbolos dos temas precisam ser explicados nesta produção unica dos dois temas. O Primeiro tema é Uma Verdade Inconveniente, que já está disponível seu resumo para leitura, um documentário do Ex-canditado a Presidente dos Estados Unidos, Al Gore. O símbolo deste tema é tirado da propria capa do documentário, onde duas chaminés formam um furacão, e pra completar contornamos com uma sombra de poluição.

No Tema Degradação do Verde no Globo, tema que abrange a invasão da agro-industria da soja nas terras do cerrado Brasileiro, o símbolo se inspira na Land Art, perguntando “Onde?” com uma simples interrogação formada por uma plantação de soja.

Para finalizar a produção de arte encontrou Thematic Oppositions, uma fotografia tirada em março 2005 em Anduze, Languedoc-Roussillon, França, por Tiseb. A Land Art aplicada em um bambuzal, que choca o tom de verde amarrado com fitas vermelhas dando um charme em nosso background.