Arquivo para setembro 2012

Perdas Necessárias – Produção de Arte

06/09/2012

Para este tema o Departamento de Cultura traz como Produção de Arte um estilo muito apropriado que representa em naturezas mortas a evolução do estilo artístico impressionista do final do seculo XIX. O findar de uma era, o findar de um estilo, o findar de um século retratados nas frutas e árvores secas de um grande mestre Paul Cézanne, como uma Fenix ressurgindo das cinzas a arte que irá se frutificar em outro estilo.

Essa Fenix está retratada no cabeçalho de nosso blog.

Como o nome indica, o pós-impressionismo foi a expressão artística utilizada para definir a pintura e, posteriormente, a escultura no final do impressionismo, por volta de 1885, marcando também o início do cubismo, já no início do século XX. O pós-impressionismo designa-se por um grupo de artistas e de movimentos diversos onde se seguiram as suas tendências para encontrar novos caminhos para a pintura. Estes, acentuaram a pintura nos seus valores específicos – a cor e bidimensionalidade.

A maioria de seus artistas iniciou-se como impressionista, partindo daí para diversas tendências distintas. Chamavam-se genericamente pós-impressionistas os artistas que não mais representavam fielmente os preceitos originais do impressionismo, ainda que não tenham se afastado muito dele ou estejam agrupados formalmente em novos grupos. Sentindo-se limitados e insatisfeitos pelo estilo impressionista, alguns jovens artistas queriam ir mais além, ultrapassar a Revolução de Manet. Aí se encontra a gênese do novo movimento, que não buscava destruir os valores do grande mestre, e sim aprimorá-los. Insurge-se contra o impressionismo devido à sua superficialidade ilusionista da análise à realidade.

Paul Cézanne (Aix-en-Provence, 19 de janeiro de 1839 — 22 de outubro de 1906) foi um pintor pós-impressionista francês, cujo trabalho forneceu as bases da transição das concepções do fazer artístico do século XIX para a arte radicalmente inovadora do século XX. Cézanne pode ser considerado como a ponte entre o impressionismo do final do século XIX e o cubismo do início do século XX. A frase atribuída a Matisse e a Picasso, de que Cézanne “é o pai de todos nós”, deve ser levada em conta.

Cézanne não se subordinava às leis da perspectiva. E sim, as modificava. Cultivava sobretudo a paisagem e a representação de naturezas mortas, mas também pintou figuras humanas em grupo e retratos. Antes de começar as suas paisagens estudava-as e analisava os seus valores plásticos, reduzindo-as depois a diferentes volumes e planos que traçava à base de pinceladas paralelas. Árvores, casas e demais elementos da paisagem subordinam-se à unidade de composição. As suas paisagens são sutilmente geométricas. Cézanne pintou sobretudo a sua Provença natal (O Golfo de Marselha e as célebres versões sucessivas de O Monte de Sainte-Victoire).

O Castanheiro é o nosso background neste tema.

Nas suas numerosas naturezas mortas, tipicamente compostas por maçãs, levava a cabo uma exploração formal exaustiva que é a terra fecunda de onde surgirá o cubismo poucos anos mais tarde. Entre as representações de grupos humanos, são muito apreciadas as suas cinco versões de Os Jogadores de Cartas. A Mulher com Cafeteira, pela sua estrutura monumental e serena, marca o grande momento classicista de Cézanne.

Enfim, um estilo perfeito para Perdas Necessárias.

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Perdas Necessárias – Resumo

06/09/2012

 

Este tema é baseado no resumo do livro “Perdas Necessárias”de Judith Viorst, um livro muito conhecido na area da psicologia. Escolhi trabalhar com o resumo devido ao pouco tempo para a leitura, mas sei que é possível entender  o que a autora quer transmitir nestas paginas. Neste momento da minha vida, onde vou perder algumas liberdades e ganhar um novo papel, achei interessante trabalhar esse tema que fala sobre os ciclos da vida, onde temos perdas e ganhos, aprender a aceitar esse processo é uma maneira de nos aceitarmos.  Agora que começo esse ciclo da maternidade nosso grupo também passará por  mudanças, espero que possamos crescer e aprender neste período !
Segue a sinopse do livro:
Perdas necessárias (Judith Viorst)


As perdas na vida são inevitáveis e não se referem apenas à morte das pessoas que amamos, às separações e às partidas, mas também à perda consciente ou inconsciente de sonhos românticos, expectativas impossíveis, ilusões de liberdade e poder. Há ainda a perda de status, perda da imunidade, com relação ao envelhecimento, e imortalidade que muitos acreditam possuir. Em Perdas Necessárias, a autora discute esse processo da  vida, reflete sobre nossas perdas constantes e nos ensina a alcançar a maturidade e o equilíbrio psicológico.

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(¸.•´ *(¸.•`  Alexandra