JUNHO – Mês do Iluminista Ambiental – Produção de Arte


O Mês do Iluminista Ambiental, o Departamento de Arte do Grupo optou por fazer uma Produção de Arte unica contemplando as duas Reuniões do Mês.

Asssim fomos buscar um estilo que ultrapassa os limites das Galerias, e ganha o meio ambiente como tela de suas grandes Obras: A Land Art.

A Land Art, também conhecida como Earth Art ou Earthwork é o tipo de arte em que o terreno natural, em vez de prover o ambiente para uma obra de arte, é ele próprio trabalhado de modo a integrar-se à obra.

A Land Art surgiu em finais da década de 1960, em parte como consequência de uma insatisfação crescente em face da deliberada monotonia cultural pelas formas simples do minimalismo, em parte como expressão de um desencanto relativo à sofisticada tecnologia da cultura industrial, bem como ao aumento do interesse às questões ligadas à ecologia. O conceito estabeleceu-se numa exposição organizada na Dwan Gallery, Nova York, em 1968, e na exposição Earth Art, promovida pela Universidade de Cornell, em 1969.

É um tipo de arte que, por suas características, não é possível expor em museus ou galerias (a não ser por meio de fotografias). Devido às muitas dificuldades de colocar-se em prática os esquemas de land art, suas obras muitas vezes não vão além do estágio de projeto. Assim, a afinidade com a arte conceitual é mais do que apenas aparente.

Dentre as obras de land art que foram efetivamente realizadas, a mais conhecida talvez seja a Plataforma Espiral (Spiral Jetty), de Robert Smithson (1970), construída no Grande Lago Salgado, em Utah, nos Estados Unidos da América.

Entedemos também que a chamada Arte da Terra, é trazer para arte a grande questão da ecologia, onde podemos ver a natureza tomando parte como arte real e conceitual. Vemos que ao longo da história da arte, ela vai representar o que há de mais sublime a ser retrado, vimos os deuses e o divino, passamos ao homem, e no século passado o planeta Terra se torna o centro das atenções e se torna protagonista de um estilo de arte simplesmente monumental.

O cabeçalho do site foi estilizado dentro da produção de arte assim como os símbolos.

Os Símbolos dos temas precisam ser explicados nesta produção unica dos dois temas. O Primeiro tema é Uma Verdade Inconveniente, que já está disponível seu resumo para leitura, um documentário do Ex-canditado a Presidente dos Estados Unidos, Al Gore. O símbolo deste tema é tirado da propria capa do documentário, onde duas chaminés formam um furacão, e pra completar contornamos com uma sombra de poluição.

No Tema Degradação do Verde no Globo, tema que abrange a invasão da agro-industria da soja nas terras do cerrado Brasileiro, o símbolo se inspira na Land Art, perguntando “Onde?” com uma simples interrogação formada por uma plantação de soja.

Para finalizar a produção de arte encontrou Thematic Oppositions, uma fotografia tirada em março 2005 em Anduze, Languedoc-Roussillon, França, por Tiseb. A Land Art aplicada em um bambuzal, que choca o tom de verde amarrado com fitas vermelhas dando um charme em nosso background.

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